PANDEMIA MÚSICA DO RENASCIMENTO

 

Música da Renascença

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No seguimento do concerto do dia 20 de Julho, na Igreja da Misericórdia, em Évora, realizou-se sob o mesmo tema um concerto, no dia 25 de Julho, no Centro de Congressos da Câmara Municipal de Portalegre.

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O Coral Évora foi acompanhado neste recital por alunos e professores da Universidade de Évora, alunos do Conservatório de Artes do Montijo e por três instrumentistas, Helena Raposo, Teorba, Ana Castanhito, Harpa, e André Domingos, Percussão.
Foram interpretadas as seguintes peças:

Dindirin, Didirin

Anónimo C. (1500)

A la Villa Voy

Anónimo Sec. XVI (Cancioneiro de Elvas)

Un sarao de la Chacona

Juan Arañes ( f. c. 1649)

Ay Linda Amiga

Anónimo Sec. XVI

Belle qui tiens ma vie

Thoinot Arbeau – Pseudónimo de Frei Jehan Tabarout (1519-1595)

Tourdion

Pierre Attaignant (1530) Harmonização Thoinot Arbeau

La, la la, Je ne l’ose dire

Pierre Certon (c.1510-1572)

Il est bel et bon

Pierre Passereau (1509-1553)

Se do mal que me quereis

Anónimo Sec. XVI (Cancioneiro de Elvas)

Não tragais Borzeguis

Anónimo Sec. XVI

 

Foram ainda interpretadas 2 peças para Teorba e Harpa, por Helena Raposo e Ana Castanhito, respetivamente.

Encheu-se de belos sons este espaço cultural, antiga Igreja Jesuíta.

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Foi francamente positivo o regresso do Coral Évora aos concertos.
Vamos continuar.

 

MÚSICA DO RENASCIMENTO

1- Misericórdia (2).jpg

 

 

Devido aos maus momentos que temos atravessado, há muitos meses que não tínhamos a felicidade de assistir a uma noite de “magia”como no passado dia 20 de julho, com o “Concerto de Música do Renascimento” com que o Coral Évora nos presenteou, na Igreja da Misericórdia – Évora.

Numa parceria entre a Câmara Municipal e o Coral Évora, com a brilhante participação das Professoras, Helena Raposo na Teorba e Ana Castanhito na Harpa, que interpretaram a solo dois excelentes momentos de boa música. Tivemos ainda na Percussão André Domingos.

O Coral Évora apresentou várias peças do seu muito vasto reportório, ente as quais: Não Tragais; A la Villa voy; Ay linda amiga; Turdion; Dindiríndin; Belle qui tiens ma vie; Chacona; Il est bel et bom e Se do mal que me quereis, acompanhado por alguns alunos do Conservatório Regional de Artes do Montijo. Todos estes momentos tiveram a participação da parte instrumental.

Aquele importante templo religioso, que apresenta um majestoso conjunto de arte barroca dos séculos XVII E XVIII é uma das mais belas igrejas da cidade de Évora, tinha um bom número de assistentes, que aplaudiram de pé as várias peças interpretadas. No final repetiu-se a peça, Dindiríndin, que em momentos de grande emoção todo o público presente acompanhou.

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O Coral Évora que ao longo deste período de pandemia, tal como outros grupos congéneres, teve muita dificuldade em juntar os seus elementos nos ensaios, que foram realizados em casa, na rua, on line, entre outros, mas graças à boa vontade e empenho dos seus dirigentes e coralistas, conseguiram neste magnífico concerto, fazer o excelente trabalho com que sempre habituou o seu público.

OBRIGADO CORAL ÉVORA.

 

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